domingo, 18 de abril de 2010

Coleção Tri One

Finalmente saiu o video da Coleção Tri One realizada em dezembro de 2008. A coleção lançada no DeKroeg Arte (bar) Galeria foi um sucesso,
muita gente gostou, está usando as 31(Three - One) camisetas especialmente elaboradas em parceria da Novedez Clothing e Tri One.
O video aborda como foi o processo de confecção das roupas, a idéia, o pensar do artista, a informação, a amizade entre os amigos. O video serve como um documento
que registra o momento na memória das pessoas que participaram e apoiaram de alguma fora o evento e a marca que sempre realiza eventos e exposições independentes ao longo
dos anos.
O post de hoje é do Tri, o Àrvore1, Ailton Nunes, Neitonnn...Veja o video da Coleção abaixo e o que o Tri diz sobre o evento:



Quando a proposta me foi concedida estava morando a 8 horas da minha cidade natal.
Entrei de cabeça na oportunidade mesmo com tal distância, afinal de contas, a "910" tem uma veia minha também. Quando ilhado eu pude pensar calmamente, pois o pedido era para criar 3 desenhos monocromáticos em tema livre.
Duas ilustrações foram referenciadas a graffiti-pixação e a outra sobre a marca 910 Clothing.
Tive praticamente 1 mês para fazer, 31 cartazes em grande escala, marker sobre latex (uma característica minha). Por se tratar de um evento que promovia a marca e dispunha de um espaço pra expor junto com as camisetas.
Nessa série que se limitava apenas a 31 amostras. Fiquei muito empolgado com a ideia principalmente por contar com a presença dos meus amigos, os mesmo que de alguma forma meinfluenciaram nesse mundo. Não demorou muito para que restassem poucas peças nessa confraternização que foi regadas a muita cerva, animação e elogios de apoio. Cartazes foram vendidos, sorteados...
Um dia memorável.

Satisfação enorme em fazer parte da história da Novedez Clothing e que a muito custo vem ganhando espaço justamente por estarem em mãos certas.

Obrigado.

Tri-ONE

terça-feira, 9 de março de 2010

DESTROI Nº11 !

Há exatamente 10 anos atrás Cimples, um dos pioneiros do graffiti Curitibano começava a produzir o famoso zine Destroi. Graffiti explícito de Curitiba e outros lugares do Brasil e do mundo foram publicados com carinho neste período que marcou uma transição de vários elementos na vida de todos nós.
A Novedez Clothing tem uma enorme satisfação de colaborar com a 11ª edição deste zine que é lendário em Curitiba, que antes as pessoas registravam fotos das quais batiam em máquinas analógicas, revelavam e mandavam via correio para a caixa postal da 10T Produções.
Zine esse que registra ações no Graffiti aqui em Curitiba com muita qualidade e conceito, não tendo margens para erros. Muitas pessoas presentes desde as primeiras edições são influência para as pessoas de hoje, cada ato, cada estilo e traço é único. Cada um têm o seu objetivo e sabe aonde quer chegar, não há meias palavras ou letras. A verdade é uma, e cada um sabe a sua.



DESTROI 11, finalmente, o miolo já está na mão. Imagine a costura da capa em papel Fine Face, serigrafia na frente e verso off-set, passando pelo miolo de Pólen Soft Natural, com uma gramatura legal, impresso em off-set e interferências de alguns dos autores.

Cimples_Quando editava o último Destroi, em 2004, o considerava um fanzine, uma revistinha de graffiti. Seis anos depois, percebo o barulho que ele pode causar. São uns textos muito radicais, soa até engraçado ouvir isso de mim mesmo e ter essa opinião hoje... Já faz um tempo que não publico textos oficialmente, se for desconsiderar a internet como um meio de publicação, já faz alguns anos, portanto, publico-os em alguns blogs, flogs e até orkut. Sempre estou causando por aí, gosto de apontar questões, mesmo que elas sejam só ruído dentro de um sistema de arte. Quero pensar os texto que publicava no Destroi, os textos que publiquei na internet e outros em algumas revistas, fanzines, impressos. O que o torna singular, o que o torna tangível sobre uma arte marginal, o que o torna radical nas minhas próprias palavras. É interessante pensar como nos tornamos animais, nos tornamos domésticos.

Agora, dois mil, ano 10, vai chegando às suas mãos a revista DESTroi.Mag.10#11, uma revista realizada com o mesmo carinho que eram feitos os fanzines, mesmo assunto e com um pouco mais de recurso, o que alcança uma melhor qualidade no trabalho. Tem muitas outras diferenças e variações no processo de produção. No passado, foi recortar papel e colar, imprimir o texto, recortar e colar, isso tudo com tesoura, estilete e até papel acetato - sempre pesquisando maneiras de resolver questões para obter diferentes resultado estéticos, eram verdadeiras experiências. Hoje, já podemos ter mais controle sobre os resultados na era digital, podemos abusar e explorar recursos simples e processos existentes no mercado gráfico - sem falar que as fotos são todas digitalizadas, isso facilita bastante. Nessa publicação, procuro explorar apenas os recursos simples para obter um bom impacto visual. Trabalhei com vários formatos de fotos, desde a foto de “monóculo” até as 15x21. Algumas ilustrações desenhadas à mão, mão e computador, outras feitas apenas no computador. A capa é uma mistura de ilustração, desenho e hq. A fonte do título da revista tem letras que lembram o graffiti, mas a capa é, na verdade, apenas uma ilustração, uma cor e com recorte localizado, entre outros diferenciais, criada por Cimples e Dose, finalizada por Valério Cicqueira (e é dificil falar dos processos quando você tem vários nomes especificos para cada atividade).


EDIÇÃO NÚMERO 11
PAGINAS: 32 com capa
CAPA: PAPEL CANSON 180gm impresso em serigrafia
FOLHA DE ROSTO: Com fotografia colada.
MIOLO: PAPEL POLÉN GOLD 80gm
FORMATO MIOLO: 7 FOLHAS de 28x44 cm (tamanho final)
ACABAMENTO costurado à mão
COR: P/B miolo e 1 COR na capa
TEMA DA REVISTA: GRAFFITI-EXPLíCITO
TIRAGEM: 300 CÓPIAS

Em Curitiba,
Pré-Lançamento
MTN - graffiti shop
Rua Conselheiro Laurindo, 600
Shopping Capital - PISO L
(41) 3026-0124 - Centro

Lançamento e Realização
ACASA
Espaço expositivo em contínua formação por artistas, pesquisadores e colecionadores de múltiplas linguagens – do graffiti ao vídeo – comprometidos com a produção e promoção das artes visuais. Sua atuação se multiplica em exposições, oficinas, cursos livres, eventos, debates, palestras e lançamento de publicações. A proximidade dessas iniciativas acontece através do contexto- o meio ambiente urbano -, pois todo trabalho busca repensar o corpo contruído na cidade.
--
ACASA Des. Benvindo Valente, 312
41-3203 2852 - São Francisco
www.flickr.com/acasagaleria

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Ghost Dog The Way of the Samurai

Ghost Dog, The Way of the Samurai é um filme dirigido por Jim Jarmusch, o ator Forester Whiteker é o Ghost Dog, um samurai que só se comunica por pombo correio com Louie, um mafioso que o salvou quando adolescente.
Ghost Dog executa um trabalho dado por Louie deixando uma inesperada testemunha. Isso causa um tremendo problema para Louie, que fica em situação desconfortável com a mafia. Após isso Ghost Dog se vê obrigado a eliminar todos da mafia após alguns mafiosos descobrirem que ele vive no topo de um prédio com seus pombos correios.
Ghost Dog tem o respeito de todos de seu bairro, mas uma curiosa amizade que ele tem é com um haitiano que vende sorvetes e que só fala em francês.
Enfim, o filme é um clássico, a trilha sonora do filme é de RZA. Rap e Reggae são constantes e tem até uma parte com um freestyle no parque com o som do WuTang Clan, Ice Cream.
È um clássico! Assistam!



segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Exposição Camisa 7 | Um ano atrás...

Aproximadamente um ano atrás acontecia a Exposição Camisa 7 na ACASA Galeria, com os artistas Ciel Conrado, Deivid Reis, Emit, Frederico Freire, Paulo F. de Medeiros, Thiago Syen e Yróca Stairlait produzindo com liberdade uma estampa cada, reproduzida em 7 unidades e expostas juntamente com obras dos artistas.
Para nós foi um dos maiores acontecimentos dentro da história da marca, como exposição, participação dos amigos, galeria de arte, produção de vídeo, camisetas e obras de arte.
È gratificante ver como isso aconteceu, como as coisas acontecem naturalmente, como conhecemos as pessoas e seu trabalhos e como tudo isso se interliga com uma simples idéia.
Fica aqui o vídeo produzido por Burn Room, e a entrevista com os artistas participantes da Exposição Camisa 7.
Obrigado á todos que visitaram a exposição, compraram as camisetas, e também as pessoas que apoiam as boas iniciativas dos trabalhos por aqui.

Para ver mais:

Novedez on Flickr www.flickr.com/photos/novedezclothing/

Camisa 7 on Vimeo www.vimeo.com/4999338/

Ciel Conrado www.flickr.com/photos/insosso

Deivid Reis www.flickr.com/photos/heal2/

Emit www.flickr.com/photos/desatino/

Frederico Freire www.fredericofreire.com/

Paulo F. de Medeiros www.flickr.com/photos/paulofdemedeiros/

Thiago Syen www.flickr.com/photos/thiago_syen/

Yróca Stairlait www.myspace.com/mayrocaestranhoca/

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Exposição Baycroc dia 11/03


Street art, arte urbana. graffiti, arte nas ruas...arte de protesto...marginal...transgressora
...conquista museus, galerias e organiza bienais. O que era trangressor ontem é artista hoje. Situação que demarca um período de transição cultural e exige disposição crítica que alimente este debate.
Não temos mais dúvidas da relevância do graffiti no cenário da arte contemporânea e de sua condição de inaugurar comportamentos e conceitos, lançar talentos, ampliar o sistema de produção, discutir a distribuição e o consumo da arte, assim como os valores, as instituições e as relações sociais.
Esta passagem da arte das ruas para os ambientes fechados inverte o processo usual: ao invés de remeter as ações externas para as relações internas, para o refúgio do espírito, ao contrário, recupera a estética, o comportamento, as ações, o espaço e o espírito exterior. É a rua que invade e ocupa a galeria, os museus, re-significando espaços e comportamentos, inserindo o interno no externo e vice-versa, re-traduzindo exigências e designações, onde a ocupação e a comunicação se aliam a pesquisa formal, fomentando a desapropriação espacial e cultural.
A atitude crítica está sempre por detrás do mais ingênuo, infantil, amoroso e divertido graffiti. A diferença é que a ocupação do espaço desejado passou da fase externa para a interna. Se enganam aqueles que pensam se tratar aí de uma submissão, ao contrário, é uma apropriação com exigências estéticas, comportamentais e políticas.
Nesta situação o graffiti interno persegue os mesmos objetivos do graffiti externo, ou seja, a pesquisa formal está a serviço da comunicação, a ação participa e interfere nos espaços, desapropria o privado, alimenta a imaginação e exige mudança de comportamentos e de valores. O trabalho artístico deixa de ser um trabalho solitário para traduzir a ação cotidiana, re-significando espaços e comportamentos, estendendo as relações, assumindo os fruidores casuais, as crianças, recuperando ações e valores desprezados, ocupando espaços desejados e aproveitando elementos encontrados.
A galeria ou museu que comporta este trabalho traduz e reforça as intervenções externas do graffiti urbano... é mais a rua estendida, invadindo os corredores internos.
Esta reflexão anterior é conseqüente de uma análise da exposição “Baycroc”, arte urbana, de Caio Augusto Bill, um dos representantes da “street art” em Curitiba/PR.
Seus “Baycrocs” sugerem, pelas ruas, uma guerrilha cultural, irônica e até divertida. Caio, atirando batatas, se apropria da imaginária popular e afirma a necessidade diária da indignação, ao mesmo tempo em que busca, pela intervenção urbana, colorir o cinza de Curitiba.

Curitiba, março 2010.
Joice Gumiel Passos


Exposição “Baycroc” de arte urbana.
Subsolo Galeria de Arte, Ctba/PR
de 11/03 a 10/04


Mais informações: www.flickr.com/photos/baycroc/

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Dinosaur Jr. "Over It"

Dinossaur Jr. Over It - Farm

Do it!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Paranoid Park

Paranoid Park é vencedor do prêmio do 60º Aniversário no Festival de Cannes 2007, o filme traz atores não profissionais. O diretor Gus van Sant, o mesmo diretor de Finding Forrester, Elephant, Last Days, entre outros, utiliza de certa forma atores não profissionais para expressar ainda mais suas idéias.
O filme acontece em torno de um skatista, Alex de 16 anos e em Paranoid Park, uma área em Portland muito desafiadora para os skatistas locais. Certo dia Alex resolve ir a este local desconhecido até então para ele, e no caminho se envolve em um acidente com um segurança nas proximidades de Paranoid Park, a partir disso acontecem uma série de reflexões na vida de Alex. Para o seu cotidiano antes calmo, a partir deste acontecimento se torna cada vez mais tumultuado.
Uma coisa legal sobre este filme, além de retratar o estilo de vida de certo modo das grandes cidades, são as longas tomadas de 35 mm em que da a sensação da câmera flutuar entre as cenas e os atores,o filme utiliza também entre as cenas algumas tomadas com super 8, utilizando disso para mostrar maior drama e emoção.
Resumindo, vale a pena procurar por este filme, vejam o trailler abaixo:


Paranoid Park, do diretor Gus Van Sant





Trecho de Paranoid Park

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Magú: Andarilho | Evento Prêmio Jovem da Paz na FIEP

Video gravado por aluno, da música "Andarilho" do Magú o Repentista Hi-Tec no Evento Prêmio Jovem da Paz na FIE. Reuniu jovens por uma cultura de paz no dia 10/12 de 2009. A música "Andarilho" tem produção de Cilho e Cabes pela Trackcheio.
Atenção para o final do video...



Magú: Andarilho

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Artestenciva | Koby

"Viva a Vida Stencivamente" é uma das coisas que Koby sempre cita e vive de coração. Fazendo porque é real ao que faz e gosto do que faz, nos mínimos detalhes de seu trabalho.
Começamos a observar seus trabalhos a partir de uns stencils pelo bairro do Bom Retiro aqui em Curitiba ao longo dos anos. E após isso conferimos a exposição "Viva a Vida Stencivamente" que realizou na Tattooholic no ano de 2009, com stencils muito bons de 3, 4, 5 ou mais cores, dando um trabalho monstruoso e ao mesmo tempo terapêutico, por exigir muita paciência e dedicação para cada recorte. Para ver mais clique aqui e acesse ao seu flickr.

Sua trajetória começou a partir de 2005, nesse período fazia stencil somente de uma cor e ao passar dos dias começou a fazer com mais camadas, vários tamanhos e diferentes suportes como shapes e madeiras que acha pelas ruas, vinis, posters...

Tem uma ligação muito forte com a música, em especial com o Rap, influência esta que a transmite especialmente para cada artista que já fez stencil. Conquistando ao mesmo tempo uma identidade para seu trabalho, com o uso das cores, a preferência sobre a expressão facial do rosto humano, apresentando o cotidiano em forma de stencil...

Mantêm um dos poucos blogs ou o único blog aqui em Curitiba sobre a arte do Stencil. Lá sempre indica artistas que trabalham com stencil, videos, fotos e novidades no que acontece ao redor do mundo sobre este universo que esta ao nosso redor, nas ruas, telas e outros lugares.

Veja mais sobre o trabalho de Koby abaixo:


Entocado, 5 camadas de stencil sobre MDF, 2009.

Homenagem para o DJ PRIMO, esteja em Paz. Stencil sobre MDF com 5 camadas.


Parte da Exposição "Viva a Vida Stencivamente" na Tattooholic, 2009.



Voltando da Xepa, stencil de 5 camadas. Foto: Valadão.



Na base do recorte. Foto: André Lelo


Koby tem 3 trabalhos expostos na Galeria Lúdica, fora acervo pessoal que você pode ver em seu flickr.
Para 2010 Koby planeja realizar uma grande exposição de stencils. Ficamos aguardando, concerteza será um grande projeto.



Processo do stencil de Chali 2 Na, de Koby


Para maiores informações sobre seu trabalho entre em contato por: artestenciva@gmail.com

Tekkonkinkreet

Tekkonkinkreet é um longa do diretor Michael Arias, se passa na cidade do Tesouro onde dois irmãos orfãos "dominam" e protegem a cidade como podem, contra uma organização comandada por Snake e seus capangas zumbis que a tentam dominar.
Os irmãos Black e White usam a cidade de todas as formas para seu proveito, e ao mesmo tempo cuidam de tudo e todos que gostam. White tem o espirito inocente e Black carrega a responsabilidade de ser o mais velho e a personalidade bruta e confusa de crescer em meio ao caos dos problemas que enfrentam.
Quem procurar este anime na Internet ou nas locadoras certamente vai se envolver com essa história.
Veja o trailler abaixo:





Veja o site oficial aqui.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

DIESKO

A busca de compreender o invisível, entre o tangível e o intangível, Diesko começou na Belas Artes em 2006 e atualmente cursa Licenciatura em Desenho na própria Belas Artes aqui em Curitiba.
Diesko começou no graffiti em 2002, representa em suas pinturas / desenhos , o mundo invisível, o imaginário psicodélico.
O mundo micro e macroscópico, o interior das criaturas, as células e as moléculas, as estrelas e os planetas. Criações que misturam simbolos geométricos com células orgânicas e fantasmas, contrastam com as composições e formas de muito bom gosto. O modo como usa as cores ao fundo passam uma idéia de profundidade, a idéia de um espaço que o desenho pode percorrer.
È aficionado por cubos,segundo Diesko "Cubos representam a terceira dimensão, e como o ser humano percebe e cria o mundo ao redor".

"Nanomolécula" Tinta Acrilica sobre tela 30x40cm


Pesquisa muito sobre o que tem realizado ao longo do tempo, Diesko é um dos caras que a conversa sobre as idéias fluem, em diversos assuntos, seja sobre skate, música, bandas... Realiza trabalhos com materias que ele próprio recolhe nas ruas, inspirado na arte naturalista de Frans Krajcberg que recolhia nas matas madeira que sobrava da destruição da floresta para fazer esculturas, Diesko trabalha com a energia da degradação e destruição, ornando com flores de latas de spray.



Uma de suas esculturas com latas de spray


"Proliferação"

Tem influencias de desenhos e esculturas de Frans Krajcberg, pinturas de Alex Grey, Salvador Dali, graffitis de Blu e vários artistas brasileiros como Dalata, Prozak e Brown. Filmes de ficção cientifica como " La Planéte Sauvage" e "Gandaha" de René Laloux, que se passam em outros planetas, histórias de Isaac Asimov, cientista biomquímico que escreveu contos de ficção ciêntifica.





Trailler de La Planéte Sauvage

Sem título, tinta crilica sobre madeira



Desenho de Diesko

Graffiti de Diesko, Curitiba, 2009.

Mais de Diesko: www.flickr.com/photos/diesko_xoke/

Contato de Diesko: kexow@hotmai.com

Tommy Guerrero e Twist

Um show que gostaria de ter visto ano passado era o do Tommy Guerrero em São Paulo. Ele fez alguns shows lá em 2009, com participações do Curumin. Estava procurando estes videos hoje (após um tempo de seu show ano passado) e vi novamente um video seu com participações do Twist, uma referência no graffiti para muita gente.


Você pode ver também as participações do Twist no video "Soul Miner"

Mais: www.tommyguerrero.com/

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Stickone e Blog

Sempre passamos por esse blog: http://stickone.blogspot.com , ele pertence ao Stickone.
Além de fotografar as coisas que estão ao seu universo, como a cidade, os riscos, a sujeira, skate, graffiti e seus trabalhos, no blog Stickone sempre "posta" dicas de músicas, especialmente relacionadas com o Jazz.
Também é fã de receitas caseiras sobre comidas vegan, artistas que se influência e soluções para quem gostaria de fazer uma máquina fotográfica com uma caixinha de fósforo são alguns dos exemplos de post da qual ele realiza.
Para quem possui um Flickr e gosta de fotografia crua fica a possibilidade de ver alguns de seus registros lá em sua página. Aqui abaixo você vê algumas das boas imagens que ele vem captando e um pouco de suas influências...
Ah, Stickone mande um salve pro Gabriel também que mora por estas bandas de Brasília! Rsv!



Aqui Boneless (Lomo Fish Eye2, Kodak Color 100, Scaned with Hp G4050)


"Na obra" algumas de suas impressôes serigráficas

Aqui o resultado de suas experiências com uma caixa de fósforo, filmes fotográficos, fita...


Da um resultado exelente.

Veja mais sobre o trabalho de Stickone em seu blog e flickr .

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Where the Wild Things Are | Shapes e outros produtos

Do filme Where the Wild Things Are, tendo como diretor Spike Jonze que já dirigiu outros filmes como Adaptação e Quero Ser Johns Malvovich. Foram produzidos alguns produtos relacionados com o filme e que estão sendo vendidos lá fora, como shapes temáticos do filme produzidos pela Girl e tênis da Lakai, marca da própria família da Girl.
Muita gente vai comprar esses shapes, mas a pergunta é: Vão botar para usar na rua ou colocar na parede?

Para ver mais e obter maiores informações sobre o filme clique aqui.

Trailler do filme " Machotaildrop"

Trailer do filme Machotaildrop por Corey Craig Adams e Alex.
Elenco Rick McCrank: John Rattray, Anthony Amadori, James Faulkner, Lukács Bicskey, Vanessa Guia, Fred Mortagne, Frank Gerwer, Steve Olson e muito mais gente...

Veja o link do Youtube aqui .

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

ENTREVISTA com o TRI : por GISELE BARÃO

No início do mês de dezembro, o De Kroeg art(bar)galeria recebeu uma decoração diferente: Desenhos espalhados pelas paredes faziam referência a cantores de Jazz, pessoas mutiladas e, principalmente, árvores. Era a exposição do desenhista Tri. A ideia veio da marca de roupas Novedez Clothing, que recentemente lançou uma coleção de camisetas com desenhos do artista, que já teve os desenhos expostos outras duas vezes. Tri nasceu na capital paranaense, mas hoje vive em Cascavel, a oeste do estado. Ele fala de como teve contato com o grafitti, das influências nos seus desenhos e outros aspectos do trabalho que já completa oito anos: “Gosto de mudar a ‘rotina visual’ da cidade, preciso me enxergar nas ruas todos os dias nos dias. Quanto mais árvores na cidade, melhor, certo?”.




Stick com caneta bic, retro e corretivo. 2009


De onde surgiu o nome Tri?
Surgiu porque as iniciais do meu nome completo são três letras iguais: N.N.N.
Passei a assinar como árvore principalmente depois que meu nome foi publicado errado em um zine: ao invés de Three (o número três, em inglês), saiu Tree (árvore, em inglês). E aí começaram a aparecer as árvores nos meus desenhos. Pessoas cortando árvores, árvores cortando pessoas, pessoas se transformando em árvores...


Cartaz "Tekila", Curitiba, Centro. 2003

Quais são suas influências?
Vincent Van Gogh, Osgemeos, Felipe de Lima, Herbert, Onesto, Thiago Syen, Gorey, Horfé, O’Clock, Remio. Mark Ryden, além de tudo que eu já vi e ainda vou ver, porque todos os dias recebo uma influência diferente.


Desenho de Thiago Syen . 2009

Em que você se inspira na hora de desenhar?
Em situações e expressões que envolvem o ato de fazer grafitti/pixação: o clima de tensão antes e depois de fazer uma bomba (espécie de assinatura do autor do grafitti), por exemplo. Gosto de desenhar crianças porque enfatiza a ideia da inconsequência nos atos, porque no grafitti não se faz nada sem ser inconsequente. Outra coisa de que gosto é distorcer expressões populares, e costumes do senso comum, como dar o lugar para velhinhos no ônibus. Desenho muitas máscaras nos meus personagens, porque acredito que todas as pessoas são falsas, além da referência ao próprio grafitti, pelo cara não querer ser identificado.
E também me inspiro em filmes e trechos de músicas.



Stick com caneta bic, retro e corretivo. 2009

Que tipo de filmes e músicas?
Filmes tristes, com sangue, brutalidade. Filmes de perdedor. Já desenhei sobre os filmes O Cheiro do Ralo, Clube da Luta, Minha vida sem mim, Kids, O Poderoso Chefão. Quanto às músicas, ouço muito rap, principalmente o Racionais Mc’s, e Jazz.


KIDS


Como aconteceu o contato com o grafitti?Quando eu tinha uns 14, 15 anos, época em que meu primo começou a se envolver com pixação. Ele me apresentou as letras e passei a procurar mais coisas em revistas, internet e, principalmente, depois que eu comprei meu primeiro VHS sobre grafitti, Dirty Handz (coletânea de cenas das ações de grafitti em Paris, de 2000). Quando assisti, decidi que queria fazer parte daquilo.

Como surgiu a ideia das camisetas?
Eu conheço o dono da marca há uns 10 anos, e em outubro deste ano ele me pediu seis desenhos de qualquer tema para fazer as estampas de trinta e uma camisetas. Foram selecionados três desenhos: Dois sobre pixação e um que faz referência ao filme Gummo. Ele organizou uma exposição com as camisetas e com cartazes que fiz no período de um mês, com látex e marker.


Tri



Quais são os planos para 2010? Mais alguma exposição prevista?
Depois das férias de verão, talvez role outra exposição em Curitiba. No ano que vem pretendo desenvolver um projeto da minha irmã, que é professora de História e estudiosa do assunto, para ensinar crianças de escolas públicas a fazer grafitti. E pretendo fazer uns desenhos mais otimistas (risos).


TRI www.flickr.com/arvore1/ neitonnn@hotmail.com

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Novo single do Magú "Repentista Hi-Tec"

Depois de lançar no ano de 2008 o "Esses Dias" bem recebido pelo público e pela crítica, o Magú lança seu single "O Repentista Hi-Tec" produzido pelo Cabes da produtora e selo de rap independente daqui de Curitiba, a Track Cheio.




O MC foi o ganhador da final da 2ª etapa da Liquid´Fique 2009, batalha de mc´s de Cwb, onde o prêmio era uma música produzida pela Track Cheio. Como Magú faz parte da família Track Cheio, acabou ficando tudo "em casa". A foto da capa ficou por conta de Anthony (Novedez) e a arte por Marquera (Yakuza de la Calle). Fonte: www.trackcheio.com/

Clique aqui e faça o download do single "O Repentista Hi-Tec" de MC Magú.

Confira:
Track Cheio | www.trackcheio.com/

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

FOTOS DA COLEÇÃO TRI ONE + CARTAZES

Algumas fotos da Coleção Tri One e seus cartazes bigodudos. Ao total foram 31 camisetas divididas em 3 desenhos e 8 tipos de tecido. Alguns estampados outros lisos. Só restam pouquissímas camisetas á venda, e você encontra algumas unidades na Tatooholic e na MTN Cwb aqui em Curitiba.
Cada camiseta é uma, pelo tamanho, pela combinação do tecido e pelo desenho. Ou seja, cada camiseta é uma peça única. Você não vai encontrar nas ruas ou ver em fotos ou videos pela Internet ou em outro lugar uma camiseta igual a sua...


No DeKroeg art(bar)galeria, Valeu Olho!

Tr1

Socorro médico censurado após afogamento...

Alguns cartazes feitos á mão pelo Tri

Cartazes e camisetas da Coleção Tri One

O papo estava bom! Obrigado á todos que compareceram!

Encontro dos amigos...


"Observe" , "O assubio da morte" entre outros cartazes...

"A gang sai do chão" Essa já é do Rapel


Teve sorteio de cartazes relâmpagos...

"La Gang" sobre uma das 8 opções de tecidos dispóníveis


Mais uma vez, obrigado á todos que compareceram ao lançamento, e aguardem os próximos posts. Postaremos alguns videos algumas entrevistas e alguns cartazes do Tri que ainda estão disponíveis...